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sábado, 22 de janeiro de 2011

homossexuais e cargos de chefia

homossexuais e cargos de chefia

Que o mercado de trabalho está cada vez mais exigente, isso todos nós já sabemos. Agora, por que será que a cada dia que passa cada vez mais cargos de chefia em grandes companhias tem sido conquistados por homossexuais? Já não é de hoje que não vemos mais um homossexual dizer que vai ser cabeleireiro ou maquiador, não que estas não sejam profissões dignas, muito pelo contrário, é que com o passar do tempo criou-se um estigma em cima destas profissões, algo como, se o cara fosse homossexual logo se tornaria um cabeleireiro ou um maquiador, mas por que não um excelente gerente, administrador, arquiteto ou qualquer que seja a profissão?


O público homo em geral tem se dedicado muito mais ao embasamento de informações, estudam mais, procuram se diferenciar da média da sociedade. Até porque para o homossexual é tudo muito difícil, desde seu começo de vida até a fase adulta, talvez por este motivo a necessidade em parecer “superior” aos demais. Contudo, na busca por um trabalho visto como perfeito, aquele candidato homossexual certamente irá se esforçar bem mais que os candidatos ditos “heteros”. E é de fato crescente este dado de que o homossexual conquista sempre as melhores vagas ou melhores empregos.

Para entender esta questão é de suma importância citar que a Constituição brasileira rejeita qualquer forma de discriminação, ao proclamar que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, sendo invioláveis o direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Dessa forma, dentre os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil está a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Então, é totalmente proibido “rejeitar” um candidato a qualquer que seja a vaga de emprego tão somente por sua orientação sexual. Isto é coisa do passado, embora muito ainda ocorra nos dia de hoje, é triste, mas chega a ser arcaico, do tempo das cavernas. De qualquer forma, os homossexuais hoje estão muito mais espertos e audaciosos, sabem o que querem e vão em frente, lutam por isso.

Para o advogado recém formado Matheus, 23 anos, de Porto Alegre, os homossexuais acabam tendo que se esforçar mais durante o processo de construção de suas carreiras devido ao preconceito. “Pra mim, os homossexuais acabam se esforçando mais que muita gente se esforça em função do preconceito, até pra mostrar que são tão capazes quanto os "não-homo", por assim dizer”, afirma. Matheus quer ir mais além, diz querer ser Promotor de Justiça, para isto, segue nos estudos e não pensa em desistir nos obstáculos da vida. “Eu sei que terão muitos obstáculos, concursos, muito estudo, etc., mas acredito que quem chegar a algum lugar, tem que superar esses obstáculos, de olho no objetivo”, conclui.

Enfim, podemos observar com isto é que na verdade o que diferencia a conquista de um bom emprego é o esforço de cada pessoa em almejar bons trabalhos, independente da orientação sexual, o que se exige no mercado de trabalho são excelentes profissionais, aptos a desempenhar o papel que a eles for exigido. Melhor ainda se forem homossexuais, porque isto mostra que estamos capacitados e cada dia mais seletivos.

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sábado, 11 de dezembro de 2010

homossexual por natureza

Homossexual por Natureza, VI
Atração entre iguais 01/06

Pesquisa inédita revela que é freqüente a atração entre animais do mesmo sexo.

Em 1988, depois de deixar a Universidade de British Columbia, no Canadá, o biólogo americano Bruce Bagemihl esqueceu que existiam instituições de pesquisa. Decidido a trabalhar por conta própria, passou dez anos revirando tudo o que se publicara sobre o comportamento sexual dos animais. Caçou artigos escondidos em jornais obscuros, resgatou trabalhos divulgados há mais de 200 anos e entrevistou zoólogos para tirar deles dados que eles próprios preferiam não publicar.

O resultado são as 750 páginas do impressionante Biological Exuberance - Animal Homosexuality and Natural Diversity (Exuberância Biológica - Homossexualidade Animal e Diversidade Natural), publicado este ano nos Estados Unidos. O livro apresenta provas mais do que convincentes, irrefutáveis, de que o velho modelo "macho com fêmea para criar filhotes" é uma pequena parte da história.



Bicho não cozinha

Bagemihl analisou 450 espécies, principalmente de mamíferos e aves, todas praticantes, em maior ou menor grau, de hábitos homossexuais. De saída, ele rechaça a insinuação de que seu trabalho pretende justificar o homossexualismo em humanos mostrando que é natural entre os animais. "Animais fazem muitas coisas que os humanos não acham aceitáveis, como canibalismo e incesto. Nós também fazemos várias coisas que eles não fazem, como usar roupas ou cozinhar", disse à SUPER.

O mérito inegável do livro é ter feito a primeira pesquisa completa sobre um assunto tão fundamental e controverso. A conclusão surpreendeu os biólogos que ainda acreditam que só se faz sexo para produzir filhotes. Com Bagemihl, surgiu uma idéia nova na Biologia - a de que, apesar de não gerar descendentes, o homossexualismo faz parte do dia-a-dia de um número enorme de espécies.
  • Créditos: SuperInteressante
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

nova serie da globo exibira beijo entre dois meninos

nova serie da globo exibira beijo entre dois meninos

De acordo com a coluna Outro Canal, do jornal Folha de S.Paulo, a globo exibirá o primeiro beijo homo em um de seus produtos da teledramaturgia.
Clandestinos, nova série da emissora, exibirá sem pudores um beijo entre dois rapazes. A trama gira em torno dos bastidores do mundo do teatro e a cena será um ensaio de um beijo técnico entre dois atores.
Aparentemente a globo terá seu primeiro beijo [homo] de maneira pobre e sem muita graça. Esperamos que isso seja logo superado pelos concorrentes ou pela própria emissora.
  • creditos: Terra
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

homosexual por natureza

Homossexual por Natureza, Part V

Uma nova revisão de pesquisas já existentes afirma que o comportamento homossexual é um fenômeno muito comum em várias espécies, desde minhocas, sapos até aves. “É óbvio agora que o comportamento homossexual se estende a vários outros além dos exemplos que conhecemos, como bonobos, golfinhos, pingüins e moscas da fruta”, afirma Nathan Baliey, pesquisador do Departamento de Biologia da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

O estudo, entretanto, afirma que o comportamento não é igual em todas as espécies, e que pesquisadores podem estar chamando fenômenos diferentes pelo mesmo nome. “Por exemplo, as moscar frugíveras podem cortejar outros machos porque não têm o gene que permite que eles percebam a diferença entre os sexos”, afirma Bailey. “Mas isso é diferente do caso dos golfinhos, que têm relações entre o mesmo sexo para facilitar a união do grupo, ou de albatrozes fêmeas, que podem permanecer com o mesmo par durante toda a vida”, explica.


De acordo com o estudo, pesquisas existentes sobre o assunto se preocupam em analisar as origens, e não as consequências do comportamento. Uma força seletiva – stress colocado sobre uma população, por exemplo, pode afetar a reprodução na população analisada. De acordo com Bailey, é normal pensar nessas forças como o clima, temperatura ou características físicas do tipo, mas também é possível considerar circunstâncias sociais como forças seletivas. “O comportamento homossexual muda radicalmente as circunstâncias sociais, por remover alguns animais da disponibilidade para o acasalamento”, afirma o pesquisador.

“Como qualquer comportamento que não leva à reprodução – como a agressão ou o altruísmo -, o comportamento homossexual tem consequências que começam a ser consideradas só agora”, diz. “Quão importante é a genética na expressão desse comportamento, comparada com o ambiente?”, questiona Bailey. “Saber isso ajudaria a entender como isso evolui e afeta a evolução de outras características. Também poderia ajudar a entender se é algo que afeta indivíduos ou todos de uma espécie, mas que só alguns expressam”, afirma.

Outras matérias relacionadas a homosexualidade dos animais clique aqui.
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Mãe sempre sabe?

Mãe sempre sabe?
Descobri que meu filho é homossexual e agora?

Há quinze anos, a filósofa e professora paulista Edith Modesto descobriu que um de seus filhos era homossexual. Entrou em desespero e começou a se informar sobre homossexualidade. Nesse processo de aceitação, Edith percebeu a dificuldade dos pais em aceitar ter um filho homossexual. Resolveu, então, criar uma ONG, o Grupo de Pais de Homossexuais, que atende homens e mulheres que sofrem e têm dúvidas em relação à homossexualidade de seus filhos - um trabalho único no Brasil. Ela conta que, apesar dos avanços sociais no tema diversidade sexual, quando o assunto entra nos lares, tudo muda de figura. "As mães negam, têm culpa, ficam perdidas. Algumas adoecem e até pensam em suicídio", afirma. Em seu livro, "Mãe sempre sabe?" (ed. Summus), a escritora fala das fases enfrentadas pelos pais em emocionantes relatos.



QUEM É
Paulistana, tem 71 anos. É casada e mãe de sete filhos

O QUE FAZ
Filósofa, professora da USP e presidente da ONG Grupo de Pais de Homossexuais (GPH). Lançou os livros Vidas em Arco-Íris (Editora Record) e Mãe Sempre Sabe? (Editora Summus)

ÉPOCA – Se compararmos a aceitação da homossexualidade na sociedade e na família, onde ela mais avançou?
Edith Modesto - Dentro de casa avançou menos. Hoje já vemos homossexuais nas novelas, o assunto diversidade sexual não é mais um tabu. Mas dentro de casa tudo muda. É a velha história: e se fosse o seu filho? Conheço mulheres que durante a vida tiveram amigos íntimos homossexuais e um dia, ao se deparar com um filho gay, enlouqueceram, não aceitaram. Elas mesmas não entendem. Na semana passada, uma psicanalista especialista em sexualidade me procurou no GPH ao descobrir que a filha é lésbica.
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ÉPOCA – A que você atribui essa dificuldade?
Edith - O preconceito está enraizado em todos nós, de alguma forma. Quando entra na nossa casa, mexe com as nossas expectativas em relação a um filho. É quando o nosso sentimento real, e não aquele da pesquisa feita na rua, que respondemos em tese, entra em cena.

ÉPOCA – Homossexuais ainda são expulsos de casa?
Edith - Sim, mas é mais raro. Hoje existem dois motivos de vergonha na cabeça desses pais. A de sempre: ter um filho gay ou uma filha lésbica. E uma nova: a de radicalizar a situação, expulsar o filho de casa ou bater nele, como acontecia muito no passado. Como a sociedade avançou, os pais ficam entre uma coisa e outra. Mantêm o filho em casa, mas não aceitam a homossexualidade dele. O resultado é que a pressão no lar passa a ser maior ainda.

ÉPOCA – Pais e mães reagem de forma diferente?
Edith - Sim. Como é nossa cultura? A mulher é mais afetiva, mais compreensiva. Os homens são mais frios, mais machistas - embora as mulheres também sejam e repassem este comportamento para os filhos. Quando se sabe que um filho é homossexual, de uma forma geral, a reação de ambos é ruim. Porém os homens tendem a atitudes mais agressivas ou se isolam do problema, enquanto que as mulheres enfrentam a questão que mais se aproxima de uma aceitação. Claro que há exceções.

ÉPOCA – Muda alguma coisa para os pais se é o filho ou a filha que se declara homossexual?
Edith - Eu tenho observado que para os pais é mais difícil ter um filho gay do que uma filha lésbica. Um pai, quando coloca um filho no mundo, quer que ele seja seu espelho. Quer a continuidade daquela linhagem. Somado ao machismo, fica uma situação muito difícil. Se a filha é lésbica, os pais acreditam que será mais 'disfarçável', já que ela pode ter amigas, demonstrar afeto, dormir juntas. Se o rapaz pega na mão do amigo, o mundo cai. Por isso as lésbicas jovens tendem a ficar dentro do armário por mais tempo.

ÉPOCA – Quais as fases mais comuns pelas quais passam os pais dos homossexuais?
Edith - A fase da descoberta é, naturalmente, a pior. Todas as pessoas do mundo foram criadas e se prepararam para ter filhos heterossexuais. Ninguém foi preparado para ter filho homossexual... ....Então, a fase da descoberta é cercada, para a grande maioria, de culpa e negação.

ÉPOCA – E como é a negação?
Edith - Muitas acreditam piamente que se trata de algum problema psicológico, de uma fase de experimentação ou mesmo de safadeza. Tentam mostrar ao filho que existe um caminho melhor. Isso é o padrão e eleva o nível de sofrimento para todos. Às vezes, a aceitação demora muito tempo. Outras entram logo na fase de tentar saber tudo sobre a homossexualidade.

ÉPOCA – Querem se aprofundar no tema?
Edith - Exato. Querem entender. Entender para tentar aceitar. Passam a ler tudo. A maioria das mães gostaria que ficasse comprovado o fator genético da homossexualidade, para terem a certeza de que não são as 'culpadas'. E também ter certeza de que o filho não é doente e nem safado. Somos ainda muito levados pela vertente da psicologia que diz que a culpa é sempre da mãe.



Depois da revelação que um de seus sete filhos era homossexual, a professora Edith Modesto criou uma ONG que ajuda os pais a lidar com essa situação. Em entrevista a ÉPOCA, ela conta que algumas mães pensam até em se matar quando recebem a notícia.

ÉPOCA – Como é o trabalho da ONG?
Edith - Basicamente solidariedade. A gente não julga e nem faz militância. São as mães que nos procuram, pais são mais raros. Há mulheres que entram no grupo com a seguinte frase: eu prefiro morrer. Algumas ficam muito doentes. Conheci uma que parou de comer e de menstruar. Outras tentam suicídio. Nesses casos extremos, vemos que ela vivia vários problemas ao longo do tempo e a descoberta da homossexualidade do filho foi a gota d'água. Temos encontros periódicos, alguns na minha casa mesmo. Dá um ar de amizade e mostra que é um grupo de ajuda mútuo.

ÉPOCA – Como essas mães costumam sair da ONG?
Edith - Normalmente há três caminhos. Aquela que não aceita de forma alguma e que vai embora e rompe com o filho - felizmente, a minoria. Aquela que, depois de aceitar, vira uma militante da causa homossexual. E um meio termo: a mãe que aceita, mas ainda sofre, tem altos e baixos. Esta é a que está pronta para trabalhar conosco como voluntária, que nós chamamos de 'mãe facilitadora'. Ela pode compreender melhor a situação de outras mães que nos procuram, sem querer pular etapas ou panfletar.

ÉPOCA – A panfletagem atrapalha?
Edith - Bastante. Dou um exemplo: esta semana a diretora de uma escola aqui de São Paulo me procurou, contando que um menino de 13 anos estava apanhando na escola e em casa, por mostrar traços de homossexualidade. Ela levou o menino até nós. Agora eu quero conhecer esta mãe, conversar com ela, trazê-la para o nosso grupo. O que faria um militante? Um boletim de ocorrência, com certeza. E isso não resolveria a questão. Não estou dizendo que a militância não seja necessária. Ao contrário, é importantíssima. Mas para este tipo de trabalho, não dá certo. Ao nosso jeito, às vezes conseguimos milagres. Já acalmamos até mães evangélicas, que acreditavam que o filho estava com o diabo no corpo.

ÉPOCA – Existem outros grupos que fazem o mesmo trabalho que a ONG?
Edith - Não conheço nenhum outro, nem no Brasil e nem na América Latina. O que há são muitos grupos de militância. Nós apoiamos esses pais num momento em que estão perdidos. E, apesar disso, não temos verba ou patrocínio. Tenho financiamento no meu projeto de jovens, que é a outra ponta do meu trabalho, porque há um componente de saúde, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, etc. Mas e os pais, como ficam?

ÉPOCA – Afinal, mãe sempre sabe?
Edith - Não acredito nisso, daí ser esta a pergunta-título do meu livro. Se soubessem mesmo, a surpresa e a reação negativas não aconteceriam. É um mito. Ela só desconfia quando o filho dá dicas. E muitas vezes eles dão, e passam a acreditar que a mãe já sabe, enquanto que, na verdade, ela só tem alguns sinais. Muitos jovens nos dizem que a mãe já sabe e aceita. É um conforto para eles. Só que na maior parte das vezes elas não sabem. Chega uma hora em que a situação se precipita, elas perguntam e eles contam. Aí é que começa o problema.

ÉPOCA – A senhora começou a fazer esse trabalho por causa do seu filho, que é homossexual. Passou por todas essas fases?
Edith - Por todas e mais algumas! Eu só não pensei em me matar, porque tinha outros seis filhos. Mas me desesperei. Foi uma surpresa enorme. Ele nunca me deu nenhuma dica, se comportava como os meus outros filhos homens, tanto em casa quanto na escola. De repente percebi que ele nunca tinha namorada, aí desconfiei. Eu era muito preconceituosa. Achava que isso só acontecia na família dos outros. Fui melhorando aos poucos, com a vida e com esse trabalho.

ÉPOCA – O que você fez?
Edith - Fui para a internet. Quis saber quem eram essas pessoas, já que meu filho era uma delas. Entrei para um fórum de homossexuais e ficava lendo tudo. Um dia me apresentei e contei o que eu estava passado. Eles tiveram muita paciência comigo, conversaram, trocaram ideias. Então eu quis conhecer as mães deles. Elas foram as primeiras do meu grupo. Depois de um tempo, eu entrevistei 89 homossexuais de 14 a 62 anos e reuni seus depoimentos no meu primeiro livro, Vidas em Arco-Íris. Confesso que todo o meu trabalho ajuda muitas pessoas, mas eu comecei tudo para me ajudar. Deu certo.

ÉPOCA – E como ficou a relação com seu filho?
Edith - Muito boa. Eu acho que ele é uma pessoa privilegiada. É aceito na família e na universidade, onde dá aulas. Não me engano que todo mundo aceite. Hoje, o politicamente correto é que manda, mas não sabemos o que vai na cabeça das pessoas. Eu costumo dizer que eu preferia não ter um filho homossexual. Já me crucificaram por dizer isso, mas eu repito. Não é fácil ser diferente. Não é fácil ver um filho sofrer por ser homossexual. Como gostar de ver um filho ter que enfrentar esse obstáculo a mais quando a vida já é cheia deles? Eu espero que daqui a algum tempo a diversidade sexual esteja natural e que mães como eu não tenham que preferir coisa alguma.
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

legalização de casamento homo reduz estresse na terceira idade

Legalização de Casamento Homo reduz Estresse na Terceira Idade

Nova pesquisa garante: o reconhecimento legal de casamento entre pessoas do mesmo sexo pode reduzir medo e ansiedade em gays e lésbicas na melhor idade.
Publicada pela “Sexuality Research and Social Policy Journal”, a pesquisa descobriu que homens e mulheres homossexuais, que vivem em estados dos EUA que não reconhecem relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo, têm mais probabilidade de temer uma morte dolorida e de ter medo de discriminação no fim da vida por causa da sua orientação sexual.

Grandes níveis de estresse afetam casais e pessoas solteiras, reforçando a importância do reconhecimento das relações homossexuais. “A questão é que aqueles que residem em estados que não reconhece as relações ou não realizam casamento de homossexuais se sentem menos cuidados e precisam tomar medidas legais extras para se prepararem para os últimos anos de vida”, diz Brian deVries, professor de gerontologia e organizador do estudo.

O professor ainda declara que o não reconhecimento das relações homossexuais faz com que as pessoas se sintam cidadãos de segunda-classe e desenvolvam estresse associado com o status desagradável dado pela sociedade.

  • créditos: Dykerama
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terça-feira, 28 de setembro de 2010

mãe sempre sabe?

Mãe sempre sabe?
Descobri que meu filho é homossexual e agora?

Seu filho não sai com garotas, é calado, tímido. Faz parte da adolescência? Muitas vezes, sim. Mas ele pode estar em dúvida sobre a orientação sexual dele.

Em pesquisa da Secretaria de Saúde (SP), a maioria dos entrevistados (71%) disse que a mãe foi a primeira pessoa da família a saber da homossexualidade do filho. Mas será que conseguiram lidar bem com isso? Segundo o psicólogo Claudio Picazio, os pais deveriam estar preparados para a possibilidade de terem um filho gay. ''Só conheci um bom exemplo de pais. Eles viram cartas de amor do filho e outro menino e me procuraram antes de falar com ele'', conta.

Segundo Picazio, os pais devem entender que o lado mais frágil é sempre o do filho, principalmente se ele for adolescente - como 94% dos entrevistados da pesquisa quando assumiram ser homossexuais. Não é fácil saber que o filho ou a filha não vão ser como a maioria. Mas, com amor, você pode ajudá-los.


Tome cuidado com pensamentos preconceituosos. Um comentário pode traumatizar seu filho e fazer com que ele se afaste de você
Foto: Getty Images

Mitos sobre a homossexualidade

O psicólogo Claudio Picazio desmente alguns mitos sobre o desejo por pessoas do mesmo sexo
  • Ser homossexual é uma opção (mentira)
    Não há um único homossexual que faria essa escolha se pudesse. As pessoas sentem o desejo que é natural para elas.
  • A culpa é da educação, do excesso de cuidado ou de rigidez que eles receberam (mentira)
    Desejo sexual não se ensina nem se influencia. O que a família pode determinar são os valores que os filhos vão usar para lidar com o amor e o sexo.
  • Menino sensível e menina agressiva: sinal de homossexualidade (mentira)
    Isso tem mais a ver com os hábitos das pessoas com quem a criança ou o adolescente convivem e que podem estar sendo simplesmente imitados.
  • Homossexuais são promíscuos (mentira)
    Promíscuas são as pessoas que transam muito, sem cuidados, podendo ser hétero ou homossexuais.

Depoimentos de mãe e filho

''Meus pais são uma grande decepção na minha vida'' - Gustavo*, estudante, 18 anos.

''Meus pais sempre foram liberais. Um dia, falei para minha mãe que estava namorando um menino. Ela começou a chorar, ligou para todo mundo e contou pro meu pai. Ele gritou: 'prefiro ter um filho morto que um filho gay'. Minha mãe passou a mexer nas minhas coisas e me proibia de andar com meus amigos. Eu os amo muito, mas meus pais foram a maior decepção da minha vida.''

''Não foi minha culpa, só quero meu filho feliz'' - Virgínia*, 53 anos.

''Com 21 anos, meu filho se abriu comigo. Na hora, questionei se não tinha feito algo errado. Mas cheguei à conclusão de que não foi influência da minha criação e que aquilo não mudaria em nada a personalidade dele, que era só um homem com preferências diferentes. Eu o apoiei. Só quero que ele seja feliz. Nossa relação ficou melhor depois que ele se sentiu aliviado ao me contar.''

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sábado, 25 de setembro de 2010

drogado ou homo como prefere teu filho?

drogado ou homo como prefere teu filho?

Já ouvi algumas vezes senhoras dizerem que "preferem ter um filho drogado à um filho homossexual". A explicação para tal preferência? "Pois o drogado pode ser curado". Vamos pensar.

Um filho drogado é dependente químico. A distância entre o inicio da dependência e a chegada ao fundo do poço não é longa. O caminho percorrido encontra violência, agressão, roubos, qualquer coisa para se conseguir suprir o vicio. Já acompanhei casos de perto. Caso de filhos de classe média, que apesar de inúmeras internações, continuaram com o seu vício, agredindo familia, namoradas, amigos. Filhos de classe média que perto dos 30 anos não conseguiram se formar em uma faculdade e nem se estabilizar em um emprego.

Vamos para o filho gay. Vou citar um exemplo próximo, um amigo meu. Formado em jornalismo também, antes dos 25 anos conseguiu se estabilizar em uma das maiores emissoras do mundo. Respeitadíssimo no trabalho, assume diversas funções, faz tudo na mais perfeita perfeição. É um filho amoroso. Gosta de ter a companhia dos pais no tempo livre. Agrada a mãe sempre que pode, dá satisfações dos lugares que vai e nunca a deixa preocupada. Tem amigos, mantém relacionamentos sérios, estáveis. A diferença? É gay. Gosta de homens.

Tire o "drogado" da primeira descrição. Tire o "gay" da última descrição. Que filho você preferia ter? Quem precisa ser curado?


No inicio desse ano, tivemosum conhecido realitishow que agregou o tal grupo colorido. Três homossexuais assumidos entraram no programa. Um gay, uma drag queen e uma lésbica. Em contrapartida, o programa apresentou uma figura completamente alheia àquele universo: um lutador conhecido por seu comportamento machista.

Essa diferença fez com que um termo um tanto quanto estranho fosse levantado: heterofobia. A torcida do do tal lutador alegava que ele sofria preconceito por ser heterossexual. O lutador muitas vezes disse estar defendendo "a bandeira da heterossexualidade", e em entrevistas após o término do programa garantiu que "sofreu heterofobia". Fobia, segundo a definição do dicionário, é a aversão a alguma coisa ou um medo mórbido. Procure homofobia no dicionário.
homofobia
ho.mo.fo.bi.a
(homo(ssexual)+fobo+ia1) sf 1 Preconceito contra os homossexuais. 2 Ódio aos homossexuais, muitas vezes levando à violência física.
Agora, procure heterofobia.

Nenhuma palavra encontrada.

Estamos inseridos em uma sociedade de maioria heterossexual, ou seja, onde a maioria sente atração pelo sexo oposto. Em uma sociedade patriarcal, machista, onde o homem - heterossexual - tem a última palavra. Como então dizer que um heterossexual assumidamente ligado aos conceitos patriarcais sofreu preconceito por... fazer parte da maioria? Ou, traduzindo para o português mais simples possível: como um homem sofreu preconceito por gostar de mulher?

É dificil pensar que em pleno século XXI as pessoas podem ser julgadas pela forma de expressar o amor. No que te afeta alguém gostar do mesmo sexo? Isso tira suas posses? Mexe com a segurança da sua família? Qual o porquê de se sentir incomodado com uma manifestação de afeto?

Nota-se aqui que o exemplo do Reality Show é apenas um pano de fundo para uma questão maior. Um programa popular, que envolve milhares de opiniões do Brasil inteiro, bem ou mal, reflete a opinião de uma maioria. Uma torcida que se movimentou com afinco para fazer um campeão baseado em clichês machistas e humilhações àqueles que não se enquadram no quesito da heterossexualidade é algo para se assustar. Durante três meses, quem acompanha o programa pode ver manifestações e opiniões violentas, chulas, denegrindo a imagem de participantes homossexuais, julgando sua inclinação sexual como um tipo de defeito. Situações que chegaram ao ponto de participantes precisarem recorrer à seguranças profissionais para garantirem a sua integridade física.

Ainda há muito no que se avançar. Faço parte de uma geração que aceita melhor o diferente, que aprendeu que a convivência de brancos, negros, japoneses, indios, homossexuais, heterossexuais, bissexuais, pansexuais ou seja lá o que você seja, é normal. É saudavel. Todos agem assim? Não. Mas como retratou brilhantemente a Revista Veja em uma das suas edições deste ano, jovens já encontram um ambiente mais seguro para assumirem suas preferências, se assumirem e poderem conviver em paz.

Apesar disso, o equilibrio ainda não está perfeito. Ainda vemos notícias de jovens que são maltratados, espancados, humilhados ou até mesmo - pasmem - mortos por sua opção sexuais. Ainda existem grupos que se acham no direito de agredirem o outro por não fazerem parte de uma "maioria". Esse mesmo grupo que espanca homossexuais é o que acredita que mulher é inferior, que negro não presta. Que conceitos são esses? O que nos faz tão diferentes?

Piadas e insinuações a respeito de opções sexuais são imensas. Graças à nossa sociedade machista. Afinal, homem homossexual é boiola, é veado, é anormal. Mulher homossexual é objeto de desejo de filmes pornôs. Afinal, ela vai querer se relacionar com a outra mulher e com o cara, não é mesmo? E o cara vai poder se relacionar com as duas, não é?

Como quebrar esse estigma machista? Como educar uma sociedade para aceitar o diferente, que nem tão diferente é? Todos namoram. Todos se relacionam. Qual a diferença se isso é feito com o mesmo sexo ou o sexo oposto? No que isso te fere?

O egoísmo destrói relações. O egoísmo de se achar que, só porque alguém não tem as mesmas ideias que você, os mesmos conceitos, ele está errado. A sociedade avançou, mas ainda falta muito para que todos alcancem o fim do arco-íris e descubram que, lá no final, não tem um pote de ouro. Mas tem pessoas convivendo alegre e harmoniosamente, independente de sua cor, etnia, classe social ou opção sexual.


E no fim, que filho você prefere ter?
Eu prefiro um filho homossexual*.

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

homossexual por natureza

Homossexual po Natureza, Part II

Dando continuidade ao tema de homossexual por natureza, a matéria na qual trarei explicações com base em fatos ocorridos no reino animal, de que ser homossexual é algo perfeitamente normal, pois é uma coisa que sempre existiu, inclusive no mundo animal, a maior parte são ocorridos antigos, mas juntando todos que encontrei. Será formado um tópico bastante informativo e útil.

Lembrando que postarei estas informações uma vez por mês. E neste mês trago o fato que ocorreu em 2008, uma noticia que correu o mundo todo. Talvez você já tenha ouvido falar do casal de pingüins que vivem no zoológico em Harbin, norte da China, o acontecimento envolvendo esses animais causou protestos dos grupos de proteção de animais. Isso porque o casal homossexual de pingüins roubou dois ovos de outro macho para chocá-los. Os pingüins agiram de forma nada exemplar enganando o pingüim héterossexual. No lugar dos ovos, o casal colocou duas pedras. (RSS)
Por conta disso, o casal homo foi separado do restante do grupo, o que causou protestos. Na espécie, é o macho quem choca os ovos e também cuidam mais dos filhotes. Depois dos protestos, o zoológico decidiu doar dois ovos de um casal héterossexual cuja capacidade de chocar os ovos tem sido insatisfatória. Segundo informa o Daily Mail, os casal homo se mostrou melhores pais do que os demais.

Caso a experiência acidental dê certo, ao tentar fazer inseminação artificial para que eles sejam pais biológicos no futuro. Biólogos do zoológico informaram que, apesar dos dois pingüins de três anos não quererem saber das fêmeas, há o desejo biológico de se tornarem pais na fase adulta. Apesar dos apesares, esta historia incrível ñ deixa de ser amorosa e bonita.
por: buchannan
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

casais homossexuais poderão ter filhos biológicos no futuro

Casais Homossexuais Poderão Ter Filhos Biológicos No Futuro

Imagine um futuro no qual, quando alguém fizer aquele velho comentário de família sobre crianças fofinhas – “Nossa, é a cara do pai!” –, será preciso perguntar “Do pai número um ou do pai número dois?”.

A mera ideia parece coisa de quem tem um parafuso a menos. Mas, ao menos em princípio, não tem nada de impossível. A descoberta de que qualquer célula do nosso corpo tem potencial para retornar a um estado primitivo e versátil pode significar que homens são capazes de produzir óvulos e mulheres têm chance de gerar espermatozoides. Ou seja, casais gays, de ambos os sexos, podem ter filhos biológicos.
Reprogramação

Quem se empolga com essa possibilidade deve agradecer às chamadas células iPS (sigla inglesa de “células-tronco pluripotentes induzidas”), cujas capacidades aparentemente miraculosas estão começando a ser estudadas. Elas são funcionalmente idênticas às células-tronco embrionárias, que compõem o organismo de embriões com poucos dias de vida e conseguem dar origem a todos os tecidos do corpo humano, dos músculos do coração aos neurônios do cérebro.

As células iPS não passam de células adultas (extraídas da pele, por exemplo) que, em laboratório, são revertidas ao estado embrionário por meio de manipulação genética. A coisa funciona porque todas as células do nosso organismo carregam o mesmo conteúdo de DNA, possuindo, portanto, a mesma “receita” genética que dá origem ao corpo inteiro. O processo seria uma mão na roda para produzir tecidos sob medida para transplantes, sem riscos de rejeição (seria; ainda não foi testado para valer). Mas também abre a possibilidade aparentemente impensável mencionada acima.

“Os pesquisadores já conseguiram produzir espermatozoides a partir de células embrionárias. Nada impede que também consigam isso com as células iPS. E, se isso acontecer, o debate ético vai deixar no chinelo o que hoje existe em torno da pesquisa com embriões”, prevê o biólogo Stevens Kastrup Rehen, que estuda as células iPS na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Em falta

Em tese, para possibilitar o nascimento de bebês com o DNA de dois pais (ou de duas mães), bastaria obter amostras de células do casal e reprogramá-las para produzir o tipo de célula sexual “em falta” – espermatozoides no caso de mulheres, óvulos no caso de homens. Por causa da ausência do sistema reprodutor feminino, um casal de homossexuais do sexo masculino precisaria de uma mãe de aluguel para gestar seu bebê; já mães lésbicas poderiam decidir qual das duas daria à luz seu filho biológico.


Por incrível que pareça, homens teriam, em tese, chances iguais de gerar filhos de ambos os sexos, enquanto mulheres só poderiam engendrar mulheres. A explicação está nos cromossomos sexuais, estruturas que determinam o sexo em mamíferos como nós. Meninas têm dois cromossomos X, enquanto meninos possuem um X e um Y. Assim, a junção de um X de cada mãe só poderia levar a uma mulher (XX). Uma forma de contornar isso seria inserir artificialmente um cromossomo Y no DNA de uma das mães. “Nesse ponto ainda estamos no campo da ficção científica. Trata-se de algo bem difícil”, diz Rehen.

Além desses detalhes, existe uma importante complicação adicional. É que trechos do DNA das células sexuais ficam marcados quimicamente, indicando quais genes vieram do pai e quais vieram da mãe. Essa marcação é essencial para o desenvolvimento correto do bebê. Segundo Rehen, esse “certificado de origem” desaparece quando a célula original é reprogramada. Não se sabe se um óvulo criado a partir de células masculinas vai continuar com a marcação tipicamente masculina ou ganhará “traços” femininos.

Enquanto os cientistas não aprenderem a controlar isso com precisão, a técnica provavelmente será tão arriscada e ineficiente quanto a clonagem, exigindo centenas de fecundações, bem como gestações de alto risco para a mãe e para o feto. É uma barreira considerável – mas está longe de ser eterna ou insuperável.

  • créditos: G1
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terça-feira, 17 de agosto de 2010

pepsi marca amiga do homossexual

Pepsi: marca amiga


Na matéria sobre as marcas amiga do homossexual deste mês trago com muito orgulho nada mais nada menos que a Pepsi. Isso mesmo, em 2009 embora aqui em nosso país o vídeo não tenha sido divulgado (ah que novidade), a Pepsi tem o seu comercial com temático homo, que circulou nos comerciais de alguns países.
Em uma estratégia inovadora de marqueting bastante engraçada porem sem estereótipos e muito menos ofensivo, acredito este ter sido o principal triunfo deste projeto.

Não é de hoje que a empresa tem trabalho dirigido ao público LGBT. Em 2001 a Pepsi patrocinou o canal gay a cabo da TV PrideVision. Dentro da empresa, a Pepsi foi uma das pioneiras de não discriminação no ambiente de trabalho dos seus funcionários homossexuais do sexo masculino e feminino em 1997. Com a Pepsi Max, a empresa doou US$ 1 milhão para as ONG’s Human Rights Campaing (HRC) “Campanha dos Direitos Humanos” e uma quantia para a “Associação de Pais e Amigos de Gays” (PFLAG).

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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

estresse emocional crônico

estresse emocional crônico
O homossexual já sofre desse mal desde cedo. Saiba como minimizar esse problema.

Hoje o tema estresse é largamente explorado pela mídia. Fala-se do estresse no trabalho, nas grandes cidades etc., mas esquecem de falar do estresse que a pessoa homossexual sofre desde muito cedo na sua vida.

Desde sua infância, o homossexual recebe mensagens explícitas e implícitas da sociedade e da família reprovando a homossexualidade. Instala-se um grande conflito naquele pequeno ser, entre sua orientação sexual e a pressão sociofamiliar. Este conflito, eu chamo de estresse emocional crônico. É um tipo de estresse que pode acompanhar a pessoa para o resto da sua vida.

O estresse emocional crônico leva a um desequilíbrio psicofisiológico no homossexual, podendo desencadear problemas emocionais e físicos, como: distúrbio de ansiedade, depressão, baixa auto-estima, irritabilidade, falta de concentração, transtorno de personalidade, disfunções sexuais, hipertensão, cardiopatia, dificuldades gastrointestinais etc..

A prática clínica vem demonstrando que, na esfera psicológica, o sintoma ansiedade está sempre presente. Por conta da pressão social e de uma rejeição familiar muito severa, alguns homossexuais poderão desenvolver algum transtorno de personalidade. Será uma pessoa desequilibrada.

O homossexual que não sofreu severa violência física ou emocional quando criança poderá ter um bom nível de equilíbrio emocional quando adulto. Ele ficará livre de desenvolver algum transtorno de personalidade e não reforçará o modelo incorreto de que todo homossexual é problemático.

O homossexual saudável e equilibrado existe. Nele, o estressor ansiedade também se manifestará com um grau elevado, pelo motivo da haver a reprovação sociofamiliar pelo fato de ele ser homossexual. Para que ele possa manipular este estressor de forma correta, é necessário que desenvolva mecanismo para não se deixar consumir pela ansiedade gerada pelo fato de ser homossexual e ter uma vida saudável.
O estresse emocional crônico na pessoa homossexual diminui a sua expectativa de vida, fazendo que tenha uma sobrevida menor do que o restante da população. A ansiedade e o estresse debilitam o sistema imunológico, potencializando doenças.

Apesar das religiões e do pensamento social conservador insistir em afirmar que todo homossexual é desajustado e infeliz, a vida tem demonstrado o contrário: a homossexualidade pode dar certo, vai depender muito da cabeça do homossexual.

Abaixo, relaciono pontos relevantes para minimizar o estresse emocional crônico, para que o homossexual possa vivenciar sua homossexualidade de forma saudável e com a auto-estima elevada:

  • 1. Harmonizar-se com sua orientação sexual homo, passando do estágio de rejeição para aceitação. Viver a vida sem culpa ou vergonha. Necessitando, procurar ajuda de um psicólogo que tenha visão progressista da homossexualidade.
  • 2. Ter independência financeira e emprego, não dependendo de ninguém.
  • 3. Construir uma rede social de amigos homos e héteros que não sejam homofóbicos.
  • 4. Caso continue sendo rejeitado pelos pais, estabelecer ligações com as pessoas que lhe sejam importantes e aceitem a homossexualidade. Com estas pessoas, constituir uma nova família, estabelecendo relações afetivas em substituição à família biológica.
  • 5. Ter uma vida social ativa.
  • 6. Reunir periodicamente os amigos para festas e viagens.
  • 7. Praticar algum tipo de lazer.
  • 8. Praticar algum tipo de esporte ou atividade física.
  • 9. Cuidar da alimentação, evitando excessos de gorduras e doces. Ter uma dieta balanceada. Se possível, buscar ajuda de um profissional da área alimentar
  • 10. Ligar-se afetivamente a outro homem homossexual e construir uma relação.
  • créditos: ggb

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domingo, 18 de julho de 2010

marca amiga do homossexual: folha de são paulo

marca amiga do homossexual: Folha de São Paulo

No mês passado publiquei o comercial da Mcdonalds francesa legendado aqui no Maxxxime. Pois bem. É sempre bom ver produtos que usam como tema publicitário homossexuais. Mesmo que alguns achem mera jogada de marketing para atrai mais clientes, temos que aceitar que eles também nos fazem um favor.
Estarei publicando no nosso blog alguns comerciais de marcas amiga do homossexual. Vocês vão gostar

Hoje estou publicando o primeiro comercial com o tema homossexual feito e publicado em nosso país, que é o comercial da Folha de São Paulo
Um comercial simples quase que amador “rss” mas com uma intenção especialmente nobre.
Para ver o vídeo comercial clique Aqui e você será redirecionado a uma pagina do youtube onde o vídeo foi incorporado.

Obs: Só não adicionei o vídeo aqui no Maxxxime como costumo fazer, pois a qualidade não esta muito boa mas, não deixem de conferir.
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sexta-feira, 9 de julho de 2010

homossexual por natureza

Homossexual Por Natureza

Fiz uma breve pesquisa para saber se ser homossexual realmente não faz parte das leis da natureza, usei os animais como base e descobri histórias homossexuais entre eles muito bonitas (diria ate românticas e engraçadas porque não?) entre golfinhos, pingüins e patos. Mas vamos direto ao assunto, achei tão interessante que conclui que se existe no reino animal é porque não tem nada de errado, então caso você ainda tinha duvidas... Relaxe e saiba que tudo que esta acontecendo com você é normal, o que não é normal são pessoas mal informadas darem suas opiniões com o propósito de prejudicar ou acabar com uma coisa que simplesmente sempre existiu e faz parte das leis da natureza "rss".



Vou publicar no blog todas essas historinhas bonitinhas de animais homossexuais, mas antes para vocês entenderem melhor sobre o assunto estou trazendo uma matéria antiga da revista Época (é uma matéria bem pouco abranjente mas vale de alguma coisa).

A bióloga Marlene Zuk, que pesquisou a homossexualidade entre os animais, diz que classificar o comportamento de 'anormal' é uma precipitação. Presente em diversas espécies na natureza, ele pode ter vantagens evolutivas

Esse tipo de argumento – de que o sexo com indivíduos do mesmo gênero não é natural –, muito usado no século 19, é recorrente até os dias de hoje e permeia o debate do tema em vários países. As observações científicas, no entanto, demonstram que o argumento não tem base, já que são vários os exemplos de animais que mantêm relações sexuais e até mesmo de parceria com indivíduos do mesmo gênero.
Os biólogos Nathan Bailey e Marlene Zuk, reforça que o sexo homossexual é muito comum no mundo animal e é motivado por diferentes razões, como a falta de um parceiro do outro sexo, a necessidade de formar alianças, praticar e reforçar a hierarquia, por engano e até para criar um filhote.

Nesta entrevista a ÉPOCA, a professora Marlene Zuk fala sobre a pesquisa e diz que, na discussão sobre a homossexualidade, a sociedade foi apressada demais ao classificar o sexo entre pessoas do mesmo gênero de "anormal".



ÉPOCA – Qual foi a conclusão do estudo sobre sexo entre animais do mesmo gênero?
  • Marlene Zuk – Percebemos que o sexo homossexual entre animais é extremamente comum e extremamente variável; muitos animais têm interações desse tipo, e elas vão desde um casal duradouro de albatrozes fêmeas até o rápido cortejo entre dois machos de mosquitos de frutas.

ÉPOCA – O sexo homossexual entre animais tem algum papel na evolução?
  • Marlene – Sim, pois esse comportamento pode permitir aos animais passar seus genes para frente mesmo que não estejam participando de um acasalamento heterossexual.

ÉPOCA – Você pode dar alguns exemplos?
  • Marlene – Há alguns besouros que forçam relações com outros machos. Há evidências de que o esperma depositado pode acabar sendo transferido para as fêmeas quando esse macho for acasalar passando para frente assim os genes do primeiro macho. Outro caso é o de algumas populações de albatrozes que observamos no Havaí nas quais há mais fêmeas do que machos. Nessas circunstâncias, duas delas podem se juntar e cooperar na criação de um filhote e, algumas vezes, têm mais sucesso do que os casais heterossexuais. Isso pode influenciar o funcionamento da população e alterar suas características, passando o gene da albatroz fêmea homossexual para frente.
  • Em algumas populações de albatroz-de-laysan observadas no Havaí, são comuns duas fêmeas se juntarem para criar um filhote

ÉPOCA – E há alguma vantagem evolucionária de se relacionar apenas com animais do mesmo sexo?
  • Marlene – Há custos e benefícios para todos os comportamentos, incluindo aqueles entre seres do mesmo sexo. As pessoas talvez tenham sido muito precipitadas ao classificar o comportamento homossexual como aberração ou anormal. Ele ocorre sob algumas circunstâncias, mas não em outras, mas esse é o padrão de muitos outros comportamentos.

ÉPOCA – Isso vale tanto para o comportamento dos humanos quanto dos animais?
  • Marlene – Sim, há uma longa história de chamar a homossexualidade humana de anormal e até de caracterizá-la como um distúrbio psiquiátrico. Mesmo no caso dos animais, as pessoas tentam achar uma "desculpa" para o comportamento, dizendo que é resultado do cativeiro, ou que representa algum tipo de patologia. Mas cada vez mais estamos descobrindo que as experiências homossexuais são parte da vida animal.

ÉPOCA – O que motiva o sexo homossexual entre os animais?
  • Marlene – Isso ocorre por razões muito diferentes em animais diferentes. Em moscas de fruta, por exemplo, os machos cortejam outros machos porque um gene que os faz distinguir machos de fêmeas está alterado. Mas nos bonobos o sexo é usado socialmente, como uma forma de resolver tensões entre alguns indivíduos.
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sábado, 3 de julho de 2010

o que é o NOH8

o que é o NOH8?





A campanha “NO H8″ foi oficialmente lançada em Fevereiro do ano passado pelo fotógrafo Adam Bouska e seu parceiro Jeff Parshley, mas ganhou força após a aprovação da “Proposition 8″ – que proíbe o casamento de pessoas do mesmo sexo na Califórnia. O movimento, chamado de “protesto silencioso”, é realizado através das fotos, onde todos aparecem com as bocas fechadas por fitas adesivas. A campanha se estende ate os dias de hoje.








Achei a idéia do fotografo excepcional e inteligente e como desde o lançamento desta campanha centenas de fotos foram feitas e entre os modelos que posaram para o NOH8 estão presente celebridades como Aaron Carter, Lance Bass e vários outros estarei publicando no Maxxxime algumas das fotos do NOH8 divididas em duas postagens. Esta que você esta vendo agora e outra para o próximo mês.






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sábado, 12 de junho de 2010

Feliz dia dos namorados

Feliz Dia dos Namorados

Queria ser um anjo
para não me apaixonar
Queria ser o Cupido
para o seu coração Flechar
Queria ser a flecha
para em seu coração entrar
Infelizmente não sou nada disso
mas ainda vou te conquistar!!!



Origem do Dia dos Namorados

Existem diferentes versões sobre a origem do dia dos namorados.
No Brasil, a gênese da data é menos romântica do que de outros países. Alguns a atribuem a uma promoção pioneira da loja Clipper, realizada em São Paulo em 1948. Outros dizem que o Dia dos Namorados foi introduzido no Brasil, em 1950, pelo publicitário João Dória, que criou um slogan de apelo comercial que dizia "não é só com beijos que se prova o amor". A intenção de Dória era criar o equivalente brasileiro ao Valentine's Day - o Dia dos Namorados realizado nos Estados Unidos. É provável que o dia 12 de junho tenha sido a data escolhida porque representa uma época em que o comércio de presentes não fica tão intenso. A idéia funcionou tão bem para os comerciantes, que desde aquela época, o Brasil inteiro comemora anualmente a data. Outra versão reverencia a véspera do dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro.
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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Faz mal engolir esperma?



Nojo muita gente sente, mas não deveríamos. O esperma em si não é biologicamente ruim, pelo contrario o líquido espermático somado com os espermatozóides não contém germes e é rico em proteínas. Se por um acaso você for um cara em dieta (rss) é melhor esquecer esse de engolir porra. Uma colher de chá de esperma tem calorias equivalentes a três pães. Agora surge a bulimia sexual.

Estudos mostram que na composição do esperma encontramos os espermatozóides (que são os gametas masculinos) mais o líquido da próstata (que contém Na, K, Ca, Zn, Mg, Ác. Cítrico e proteínas) mais o líquido da vesícula seminal (que contém frutose, fosfatos, nitrogênio não protéico, cloretos, colina e prostaglandinas). Calcula-se que numa ejaculação média sejam liberados quatro centímetros cúbicos de esperma, pesando aproximadamente quatro gramas e, contendo menos de 35 calorias, proteínas e gorduras.

Bem, a perguntinha já foi respondida ? Acredito que sim , mas ...

Antes de sair engolindo a porra de todo cara que aparecer na sua frente ,quero lembrar que o esperma pode transmitir doenças caso o garoto deja portador de alguma DST expecifica. Então CUIDADO, eu não quero e nem devo incentivar ninguém a fazer coisas perigosas, e essa é uma delas.

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domingo, 25 de abril de 2010

intenda melhor a homoxualidade

Intenda Melhor a Homossexualidade
.
É fácil encontrar limitações em mentalidade fechada e focada em apenas uma direção. Posso usar exemplo, a religião. A ciência não para de evoluir e os demonstrativos são bem antigos, tenho informação mais atual. Desde 1979, pesquisas comprovam a homossexualidade como algo da natureza, encontrada em vários espécimes de animais, tribos indígenas e insetos. Existe imoralidade entre outros seres vivos? Será a baleia um ser pervertido? A borboleta ou um leão?


Em autópsias realizadas em homossexuais, descobriram que as células responsáveis pelo delineamento das emoções e sentimentos eróticos são menores que as mesmas células obtidas em heterossexuais. São as células do hipotálamo e não se tem informação comprovada que este tipo de célula sofre redução

O Dr. Dean Hamer, diretor da unidade de estrutura e regulação genética no Instituto Nacional do Câncer americano e conceituado geneticista, selecionou 76 homens homossexuais e estudou os familiares, resultando uma incidência de 2% de homossexuais do lado paterno e 7,5% do lado materno. Isto vincularia um fator genético materno, relacionado com cromossomo X. Uma avaliação interessante foi com gêmeos idênticos homossexuais criados separadamente demonstrando que não teriam influencia da educação familiar ou ambiente para serem homossexuais.

Uma pesquisa a respeito das influências relativas da genética e das circunstâncias ambientais na constituição da personalidade, realizada por Thomas Bouchard, comprovou usando 8000 pares de gêmeos idênticos separados desde o nascimento e criados por famílias diferentes, que 8 em cada dez gêmeos tinham o mesmo gênio, gosto musical, paladar. Isso confirma que a homossexualidade é genética e que somos 80% genética e o restante ficaria entre a educação dos pais, do ambiente, amigos, cultura. Mas isso não quer dizer que o homossexual tenha seus pais homossexuais, a ciência da genética apenas demonstra a necessidade da combinação genética do pai e da mãe. Isolados não comprovam nada.

Claro que a ciência ainda vai avançar mais, mas a probabilidade de ser genética é muito maior e lógica, portanto, apesar de genética não se trata de deformidade ou doença, a seleção natural da vida é bastante inteligente, perdurando os mais fortes, não existiriam homossexuais hoje se não fosse um fato natural, pois sobrevive há séculos entre praticamente todos os seres vivos.

Pensar diferente é simplesmente desinformação, afirmar diferente é ignorância. E de fato, ninguém tem de se interessar pelo que o outro faz na cama, isso sim é pervertido.
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domingo, 18 de abril de 2010

manual da punheta



ÍNDICE

INTRODUÇÃO.................................................01
JEITOS DE BATER PUNHETA.....................02
LUBRIFICANTES...........................................03
LIMPANDO PORRA! A PORRA...................04
AGRADECIMENTOS......................................05

Punheta, ela nasce com a gente. É uma coisa básica, instintiva, que começa a se manifestar na primeira infância, quando a gente descobre que pegar no pinto provoca uma sensação muito boa.

A repressão à punheta começa na mesma época. Mamãe acha uma gracinha o pintinho duro do neném, mas trata logo de distrair a criança com outra coisa. Cresce o menino, cresce o pau e o entendimento de que aquela coisa gostosa é proibida. O jeito é fazer escondido no banheiro ou em baixo das cobertas na hora de dormir.

Por volta dos 10, 11 anos, o primeiro gozo, a descoberta do paraíso. E não acaba nunca mais. Gente saudável, de cabeça boa, bate punheta até morrer.

Os gênios batem punheta. As putas batem. A punheta bate punheta. Até algumas espécies de cachorros fazem.

Já dizia um filósofo punheteiro : "E que jogue a primeira pedra aquele que nunca se masturbou!"

A prática diária da punheta reduz o stress, revigora o coração e prolonga a vida; alivia a tensão; ajuda a dormir; exercita os músculos pélvicos; melhora a circulação cardiovascular; aumenta a auto-estima e a autoconfiança.

Alias, Você já bateu uma hoje imundo?

Você tem que usar a imaginação para praticar esse ato com alegria, apresentamos aqui algumas formas interessantes de masturbar!

01. Mão dormente
É só sentar em cima de uma das mãos até que ela fique totalmente dormente. Depois bater a punheta. Parece a mão de outra pessoa. É uma delícia, cara !

02. Com uma camisa
O jeito de bater da camisa é só enrolar uma camisa no pau e bater, é bom porque você sente o pau esquentar!

03. Toalha na porta
Tem aquela punheta de colocar uma toalha numa fresta de porta e colocar o pau, aí é só ficar indo e vindo, você deixa uma porta entreaberta e coloca uma toalha, pra não esfolar o pau, e tipo “fode a porta“. Eu nunca fiz, mas dizem que é bom, o problema é que deixa o pau meio seco, sacou?

04. Com as duas mãos
Este jeito de bater é um tesão, eu gosto de bater assim imaginando uma mina sentando no meu pau, é um tesão! Pra bater assim o seu pau precisa ser meio grande (pelo menos médio). É assim: com uma das mãos você segura bem na base do caralho; com a outra mão você segura no pedaço de cima do caralho. Aí você bate sincronizado com as duas mãos, indo pra cima e pra baixo juntas. Se ficar difícil no começo, não desanima, porque vale à pena, cara! Depois de um tempinho você já consegue bater melhor, e é porra na certa!

05. Fodendo a mão
Uma técnica que sei, é de você botar um creme na mão, deitar de lado, por cima do braço direito, colocar sua mão bem apertada na cabeça do seu pau, e ir fazendo um movimento como se estivesse fodendo sua mão....... Esta sensação é o máximo !!!!!!

06. Punheta silenciosa
Minha sugestão é da bronha silenciosa, quando vc bate uma deitado, na parte de cima do beliche. Segure o seu caralho bem firme, fazendo pequenos movimentos de fricção, até alcançar o gozo.

07. Controlar a esporrada
O bom é também aprender a controlar o gozo na punheta. Quando você sentir o sinal de aviso que a gozada está próxima, você pára e descansa um pouco e começa de novo, repita isso 5 vezes. Vai chegar o momento que você vai controlar seu gozo. Sai muito mais porra e é bem mais da hora!!!

08. No banho
Uma técnica de punheta é você no banho encher a mão de sabonete e esfregar na cabeça do pênis e apertar ela de vez em quando, gozo em cinco minutos!!

09. Variações
É bom começar uma punheta bem devagar pensando ou vendo algo excitante. É bom variar as técnicas, pois ficamos viciados num jeito. Varie as mão, toque com a mão que não está acostumado a tocar. Varie também a posição dos dedos. Use dois dedos , quatro dedos ou a mão toda.

10. Segurar a porra
Aí vai uma dica: quando vc tiver pra esporrar aperta bem forte a cabeça do pau que a porra demora mais pra sair! É da hora que dá muito mais tesão!

11. Buceta no banho e chuveiro na cabecinhaUm jeito bem legal de bater é juntar as duas mão (no banho) em forma de buceta e tipo fuder a mão. O pau escorrega e você goza em uns 5 minutos. Outro jeito é você antes de bater no banho, deixar a água do chuveiro, se cair forte, pegar na parte superior do pau e depois de algum tempo o tesão vai ser tanto, que você não vai agüentar e vai bater desesperadamente.
01. Saliva
Um lubrificante bom e fácil de arranjar é saliva (cuspe). É só encher a boca de saliva (se estiver difícil é só dar uma mordida de leve na língua pra facilitar) e lambuzar o pau de cuspe, e bater.

02. Porra
Se você estiver com muito tesão, dá pra bater uma punheta a seco mesmo e deixar o pau melado de porra, e bater por cima do esperma, usando ela pra mão deslizar melhor! Dá muito tesão, o pau escorrega lisinho! Mas cuidado porque faz a maior sujeira!

03. Sabonete e Condicionador
Dá para usar sabonete ou creme para cabelo (ou condicionador), é um tesão.

04. Óleo e creme
Creme para punheta - óleo de amêndoa natural é muito bom ou creme para hidratar o rosto. Aí vai alisando o pau lentamente, não use creme logo. Depois de um tempo use creme pra não irritar o pênis. Também pode usar saliva.

05. Gel pós-barba e Vick Vaporup
Uma boa técnica é lambuzar o pênis com gel pós barba, ou qualquer creme mentolado, até vick serve. O pau fica quente/frio. Dá uma bronha nota 10!

06. Para usar com camisinha
Punhetar com camisinha e lubrificante também é muito bom. Usando KY e camisinha com extra-sensibilidade é melhor ainda.

07. Gelol
Esta descobri por acidente. Machuquei o braço jogando bola. Passei gelol na torção e estava sem fazer nada. Bati uma punheta, só que a mão ainda estava com um resto, bem pouco do produto. O pau arde, mas é refrescante. É a maior loucura!

08. K&Y
Para bater punheta legal tem que passar um lubrificante..este lubrificante se chama K & Y e é muito bom..vale à pena conferir...

Nem tudo são flores né meu caro colega, agora chegou a hora da limpeza, formas bem práticas de limpar a sujeirada final!

01. Papel higiênico
O mais simples é bater sempre com um pedaço de papel higiênico (dobrado várias vezes) por perto. Quando você sentir que o esperma vai sair, "enrole" a ponta do pau no papel higiênico, e assim a porra não escorre. Depois de alguma prática dá pra fazer rapidinho, sem nem parar de bater!

02. Meia
Outro jeito que dá mais liberdade (e trabalho) é bater punheta com o pau enfiado numa meia... Você bate e nem precisa se preocupar com a porra, ela fica dentro da meia. E dependendo da quantidade de porra que você soltar, dá pra esperar a meia secar e por pra lavar, por que com certeza ninguém vai se interessar em olhar dentro de uma meia que parece usada, portanto o seu "segredo" de punheteiro está a salvo! Observação: é lógico que você tem que usar uma meia limpa!!!

03. Na mão mesmo: Se você estiver punhetando com pressa e sem papel por perto, o jeito é catar a porra com a mão mesmo. Mas preste atenção, cara, porque na hora de limpar a mão, é mais fácil limpar com papel higiênico antes de lavar a mão, porque se molhar a porra, a porra vai virar tipo uma cola que demora pra sair da pele, e gruda nos pelos...

Uma homenagem para todo punheteiro(A)s. todas as pessoas (homem ou mulher) que foram motivo para tal. Contribuam com mais informações, chapas imundos.

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